Prêmio valoriza generosidade e gentileza na educação

Segunda edição do Prêmio Educação para Gentileza e Generosidade já têm inscrições abertas.

Imagem: Divulgação

Já estão abertas e vão  até o dia 10 de Dezembro as incrições para a segunda edição do prêmio Educação para Gentileza e Generosidade. As escolas poderão inscrever quantos projetos quiserem, desde que estejam de acordo com o regulamento , e três serão premiados.

A iniciativa é da plataforma de Educação para a Gentileza e a Generosidade , projeto social idealizado pela Umbigo do Mundo. A filosofia norteadora reconhece 7 princípios da Educação para Gentileza e Generosidade: Solidariedade, Gentileza, Generosidade, Sustentabilidade, Respeito, Diversidade e Cidadania.

Com tudo isso, a Umbigo do Mundo quer “reconhecer e premiar iniciativas generosas e solidárias envolvendo as escolas de todo o País, gerando integração entre professores, alunos e suas famílias e a comunidade onde as escolas estão inseridas.”

A primeira edição teve 50 projetos selecionados e 2.000 candidaturas em 93 países, tendo como vencedor o Starling Collective, “que identifica e apoia lideranças de base que trabalham para acelerar abordagens inovadoras para catalisar a generosidade, empatia, equidade e justiça, especialmente em tempos de COVID-19”.

Nesse ano é celebrado o centenário do educador Paulo Freire, o único autor brasileiro citado nas listas de leitura obrigatória das principais universidades do mundo. O livro “Pedagogia do Oprimido’ é sua mais famosa publicação, traduzido para inglês e outros idiomas. Sua obra, além da relação entre educação e política, passa pela importância das emoções na educação tanto em casa quanto na escola. O principal termo usado por Freire ao falar de emoções era ‘amorosidade’, que definia como uma relação entre afetividade para com o educando entrelaçada com o envolvimento efetivo com a causa de educar. Sobre a Gentileza, a equipe do prêmio destaca:

“Gentileza se aprende praticando e generosidade se aprende doando, e quando este processo começa na infância, como novos hábitos e rituais, é possível construir um país em que todos possam viver e conviver com menos desigualdade, intolerância e violência.”

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