Protestos na África do Sul deixam 270 mortos

250 famílias já estão sem casa. Ápice foi na última semana, nas províncias de KwaZulu-Natal e Gauteng. Desigualdade social no país impulsiona o povo às ruas.

Foto: The Canberra Times

A organização Médicos Sem Fronteiras lançou resposta de emergência diante do que se transformou numa crise política e sanitária na África do Sul. Posicionados na capital Joanesburgo, os profissionais avaliam as áreas afetadas, em busca de locais onde intervir.

Além da distribuição de concentradores de oxigênio cedidos por um hospital na cidade de Eshowe, já foram distribuidos 600 cobertores, 250 kits de higiene, dentre outros itens considerados essenciais. As consultas e atendimentos para cuidados básicos não param. As cidades de Alexandra e Vooslorus receberam enfermeiras de reforço.

Além do desemprego de cerca de 30%, os Sul-Africanos mostram-se insatisfeitos com as medidas de enfrentamento à COVID-19, inclusive os Lockdow’s realizados para conter o avanço da doença no país, que soma 2,3 milhões de casos e mais de 70 mil mortes.

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