Com quanta imperícia se faz um polígrafo?

Pedro Bial chuta sua carreira como um médico que, em plenas bodas de ouro da sua medicina, afirma que o coração fica dentro do estômago. Demonstrando arrogância superior a qualquer conduta esperada de um jornalista, diz que só entrevistaria o ex-presidente Lula se esse portasse um “detector de mentiras”.

Talvez o global tenha esquecido que não é juiz, ou agente da PF, tampouco militante do PSDB, mas jornalista… Não menciona que a fala de alguém tão socialmente relevante já é, em si, fato noticiável, independente de sua veracidade (que é conteúdo pra outras pautas, convenhamos).

Bial tornou-se o retrato da burguesia mal encarada, que subverte toda a lógica, abandona conhecimentos, técnicas, tudo em nome de evitar o risco imenso de sequer uma sombra de política social voltada às classes inferiores. A mudança na pirâmide sempre assusta os que estão no topo.

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