Subserviência aos Maziero pode fazer de Barison um “prefeito simbólico”

Elisângela Maziero e Eduardo Barison, ambos do PSD

É inegável que Eduardo Barison apenas vingou na política por ajuda da poderosa familia Maziero e da elite que a orbita. Afinal, foi ganhando um cargo como secretário de saúde na gestão Maria Edna que Barison se projetou e alcançou a importância política que o fez, mais tarde, liderar a oposição a Felipe Naufel em Mococa.

O trabalho de Barison na câmara contou, sem dúvida, com a mão amiga da mídia e da elite, que o expôs como uma espécie de “herói” contra as ingerências do PSDB.

Como não existe favor sem contrapartida, ocorreu o que esperávamos: o então vereador saiu do pouco centrismo que lhe restava no Partido de Verde e vestiu de vez a farda da direita coronelista de Mococa, colocando-se como soldado da familia Maziero para disputar a prefeitura. Alinhando Elites, Rotary, Maçonaria e grupos menores ligados a Cido Espanha, Barison conseguiu, com um gordo orçamento de campanha, ser eleito prefeito.

Ao assumir a prefeitura, ficará suspensa entre nós a dúvida: Barison governará de fato ou continuará subserviente? Assim como Toni governou em uma administração que oficialmente era de Felipe, Barison deverá retribuir o abraço das elites fazendo tudo o que manda a cúpula do PSD?

O grande perigo das alianças é que, muitas vezes, elas não são quebráveis.

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